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title: "Maia do Make (IA do Make): como criar automações com IA, Claude e MCP"
date: 2026-08-24T00:09:02+00:00
modified: 2026-08-24T00:09:03+00:00
author: empresa2p
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url: https://empresa1p.com.br/maia-do-make-ia-do-make-como-criar-automacoes-com-ia-claude-e-mcp/
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A **Maia do Make (IA do Make)** chegou como uma mudança grande na forma de construir automações. Em vez de começar um cenário adicionando módulo por módulo, configurando cada conexão e tentando lembrar onde fica cada opção, agora é possível descrever o que você quer em linguagem natural e pedir para a inteligência artificial estruturar o fluxo.

Na prática, a **Maia do Make (IA do Make)** funciona como uma colega de trabalho dentro do editor do Make. Você explica o objetivo, ela identifica os aplicativos necessários, propõe um plano, faz perguntas quando faltam informações e monta o cenário visualmente. Depois, você revisa, ajusta, testa e ativa quando estiver tudo certo.

Isso não significa que conhecimento técnico deixou de importar. Muito pelo contrário. A Maia acelera demais o processo, mas quem entende automação sabe avaliar se a lógica está certa, detectar erros, otimizar custos e pedir exatamente a alteração necessária. É aí que está o grande pulo do gato.

![Ilustração de um editor de automações com conexões em nós coloridos e uma IA holográfica auxiliando na construção do fluxo, sem texto.](https://empresa1p.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-11-1024x585.webp)

## **Principais aprendizados**

- A Maia cria cenários visuais no Make a partir de instruções em linguagem natural.

- Conhecimento técnico continua essencial para revisar, corrigir e otimizar automações.

- MCP conecta agentes como Claude e ChatGPT aos cenários e aplicativos do Make.

- Fluxos de IA exigem testes, controle de custos e responsabilidade sobre a qualidade entregue.

## Sumário

- O Make deixou de ser apenas um integrador tradicional

- Como a Maia do Make funciona na prática

- Quanto mais contexto você der, melhor será o fluxo

- Exemplo real: criação automatizada de um e-book

- Maia também corrige cenários e interpreta erros

- Claude, ChatGPT e MCP: a camada que muda o jogo

- O conhecimento técnico continua sendo o diferencial

- Um caminho prático para começar com a Maia do Make

- Conclusão: agora está mais fácil, mas não virou mágica

## **O Make deixou de ser apenas um integrador tradicional**

O próprio posicionamento do Make mostra o tamanho dessa virada. A plataforma passou a se apresentar como uma solução de automação visual com inteligência artificial. A ideia não é mais somente conectar um aplicativo ao outro. É criar uma camada de automação que conversa com IA, agentes, ferramentas externas e os dados do seu negócio.

A **Maia do Make (IA do Make)** reduz bastante a barreira de entrada. Isso é forte para vários perfis:

- Profissionais de marketing que precisam automatizar tarefas sem depender do time técnico para tudo.

- Empresas que querem conectar CRM, formulários, campanhas, planilhas, e-mail e mensageria.

- Prestadores de serviço que desejam entregar fluxos com mais velocidade.

- Pessoas que estão começando e precisam de um guia durante a criação de cenários.

- Especialistas que já conhecem Make e querem ganhar produtividade em projetos maiores.

Um exemplo simples é captar um lead por formulário, salvar as informações no CRM, segmentar a pessoa conforme suas respostas, enviar uma sequência específica de e-mails e alertar o comercial. Antes, era necessário estruturar cada etapa manualmente. Com a Maia, você pode começar pela intenção de negócio e ir refinando a solução.

Mas vamos fazer uma ponderação importante. O Make já tentou recursos parecidos no passado, com geração de fluxo por solicitação. Só que os resultados podiam dar mais dor de cabeça do que economia de tempo. Receber um cenário pronto, porém quebrado ou mal estruturado, obriga você a entender ainda mais de automação para consertar tudo.

A diferença agora é que a **Maia do Make (IA do Make)** trabalha de forma guiada e interativa. Ela não joga um blueprint genérico na tela e desaparece. Ela conversa durante a construção, pede decisões, configura conexões e permite ajustes conforme o cenário ganha forma.

![Editor do Make com painel lateral da Maia e cenário em construção](https://empresa1p.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-15-1024x634.webp)A Maia constrói o cenário no editor visual enquanto mantém a conversa e o plano de execução no painel lateral.

## **Como a Maia do Make funciona na prática**

O ponto de entrada é simples. Ao criar um novo cenário, aparece a pergunta sobre o que será automatizado. Você pode escrever em português. Não precisa decorar a estrutura de módulos nem usar comandos técnicos logo de cara.

Um pedido poderia ser:

**“Envie todas as respostas de um formulário Typeform para uma base no Airtable, de forma estruturada e pesquisável.”**

A **Maia do Make (IA do Make)** interpreta o pedido e começa a transformar isso em um plano. Em geral, o processo segue esta ordem:

1. Entender o objetivo do fluxo.

2. Identificar os aplicativos e módulos necessários.

3. Apresentar um plano de construção.

4. Fazer perguntas sobre decisões que não foram especificadas.

5. Criar os módulos no cenário.

6. Configurar conexões, campos e ações.

7. Permitir revisão, testes e novos ajustes.

### As perguntas da Maia são parte do valor

É normal esquecer detalhes quando você descreve uma automação pela primeira vez. Talvez você diga que quer gerar um documento, mas não informe onde ele será salvo. Talvez você não defina se o gatilho será manual, por webhook, por novo registro ou por agendamento.

A Maia pergunta. E isso é muito melhor do que ela simplesmente assumir qualquer coisa e construir uma solução que não serve para seu processo.

No caso de uma automação de conteúdo, ela pode perguntar:

- Como a execução deve começar?

- Qual ferramenta de IA será usada?

- Em qual idioma o conteúdo será gerado?

- Onde o resultado será salvo?

- O tamanho será definido manualmente ou decidido pela IA?

- É necessário criar um documento formatado?

Essa conversa transforma a **Maia do Make (IA do Make)** em uma interface de planejamento, não só em um gerador de módulos. Só que atenção: quanto melhor for sua solicitação, melhor tende a ser o cenário gerado.

## **Quanto mais contexto você der, melhor será o fluxo**

Um prompt raso gera uma automação rasa. Se você pedir apenas “crie um gerador de e-book”, a ferramenta pode montar uma base funcional, mas deixará várias escolhas em aberto. Já uma solicitação detalhada entrega direção técnica e de negócio.

Uma estrutura útil para pedir cenários à **Maia do Make (IA do Make)** é esta:

- Objetivo: qual resultado final a automação deve entregar.

- Gatilho: o que inicia o fluxo.

- Dados de entrada: quais informações entram no processo.

- Ferramentas: quais aplicativos ou modelos devem ser usados.

- Regras: condições, validações, limites e caminhos alternativos.

- Saída: onde o resultado será salvo, enviado ou publicado.

- Formato: idioma, estrutura, tom de voz e padrões esperados.

Em vez de pedir “crie um fluxo de e-book”, você poderia orientar assim:

**“Crie um cenário manual para gerar um e-book. O título e a ideia principal devem ser informados em variáveis. Use OpenAI com um modelo econômico para criar primeiro o esboço. Depois, use um iterator para desenvolver cada capítulo separadamente. Ao final, reúna o resultado em um Google Docs formatado e salve na pasta de e-books.”**

Isso muda tudo. A **Maia do Make (IA do Make)** passa a ter uma arquitetura mais clara para trabalhar.

Se quiser melhorar ainda mais essa etapa, use uma IA como Claude ou ChatGPT para organizar o pedido antes de enviar ao Make. Você pode pedir: “Estruture um prompt para a Maia criar este cenário, incluindo gatilho, módulos, variáveis, iterator, formato e exceções.” A outra IA ajuda no raciocínio, e a Maia executa a construção visual.

## **Exemplo real: criação automatizada de um e-book**

O teste mais interessante foi a criação de um fluxo para gerar um e-book com IA e Google Docs. Esse caso serve bem para demonstrar o que a Maia consegue fazer, mas também deixa um alerta muito importante sobre qualidade.

A proposta era simples:

1. Definir o título e a ideia principal do e-book.

2. Enviar essas informações para uma IA gerar um esboço.

3. Separar os capítulos.

4. Desenvolver cada capítulo individualmente.

5. Revisar o conteúdo.

6. Montar o resultado no Google Docs.

A **Maia do Make (IA do Make)** adicionou módulos para definir variáveis, trabalhar com OpenAI e gerar o documento no Google Docs. Ela também conduziu a configuração das contas conectadas e perguntou em qual pasta o arquivo seria salvo.

![Cenário visual do Make com diversos módulos conectados para criação de e-book](https://empresa1p.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-14-1024x634.webp)O fluxo combina variáveis, etapas de IA e Google Docs para transformar uma ideia em documento estruturado.

### Por que usar um iterator para os capítulos

Um e-book tem uma característica que pede cuidado: cada capítulo precisa de contexto, estrutura e tamanho próprios. Tentar pedir um livro inteiro de uma vez pode gerar um resultado confuso, repetitivo ou superficial.

O iterator entra justamente para tratar cada item individualmente. Primeiro, a IA produz uma estrutura. Depois, cada capítulo dessa estrutura é enviado separadamente para a etapa de geração. Assim, você pode controlar melhor o processo e ter espaço para incluir instruções específicas.

A **Maia do Make (IA do Make)** consegue adicionar esse tipo de lógica quando você pede. Porém, esse é o tipo de detalhe técnico que mostra por que entender o básico do Make continua sendo essencial. Você precisa saber o que é um iterator, por que ele existe e em qual ponto do fluxo ele faz sentido.

### Não confunda geração automatizada com produto de valor

É possível criar um e-book automático? Sim. É complexo? Não necessariamente. Mas isso não quer dizer que o resultado esteja pronto para ser vendido como um grande produto digital.

Se você pedir para a IA escrever um livro inteiro e publicar sem revisão, provavelmente vai criar mais conteúdo genérico em uma internet que já está cheia dele. Não existe valor real em empacotar um texto automático sem experiência própria, curadoria, exemplos concretos, visão crítica ou orientação especializada.

Esse tipo de automação é muito mais útil para:

- Criar esboços e primeiros rascunhos.

- Organizar ideias de conteúdo.

- Montar materiais internos.

- Gerar guias de uso de um produto.

- Produzir documentos baseados em processos já validados.

- Reduzir esforço repetitivo de formatação.

Por exemplo, um guia de onboarding para ensinar clientes a usar seu produto pode funcionar muito bem. Você tem o conhecimento, fornece as instruções, define a estrutura e usa IA para acelerar a montagem. A automação ajuda a operacionalizar conhecimento real, em vez de fingir que gerou profundidade do nada.

## **Maia também corrige cenários e interpreta erros**

Outro uso forte da **Maia do Make (IA do Make)** é a correção de fluxos existentes. Isso vale tanto para cenários criados manualmente quanto para blueprints gerados por outra IA.

Um exemplo prático: uma estrutura criada pelo Claude pode ser exportada como blueprint e importada no Make. Porém, uma coisa é criar uma estrutura lógica, outra coisa é acertar todas as configurações internas dos módulos. Em uma importação, pode faltar um campo obrigatório, haver um módulo incompatível ou existir um formato de mensagem incorreto.

Em vez de ficar tentando descobrir tudo no escuro, você pode informar à Maia que houve um erro, colar a mensagem retornada e pedir que ela revise os módulos para o fluxo funcionar corretamente.

Isso é especialmente útil quando o erro é técnico, como uma exigência de formato JSON, campos obrigatórios de API ou configurações mal preenchidas em um módulo de IA. A Maia não elimina a necessidade de análise, mas acelera muito a investigação.

![Editor do Make com módulos conectados e painel da Maia aberto para correção de erro](https://empresa1p.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-13-1024x634.webp)A Maia pode interpretar mensagens de erro e ajustar a configuração de módulos dentro do próprio cenário.

Uma boa prática é usar um ciclo simples:

1. Descreva a automação com clareza.

2. Revise o plano antes de aprovar a construção.

3. Teste o cenário com poucos dados.

4. Leia o histórico de execução.

5. Envie erros e ajustes específicos para a Maia.

6. Teste novamente.

7. Só ative em produção quando a lógica estiver validada.

Essa rotina evita que uma automação aparentemente bonita vire uma fábrica de erros silenciosos.

## **Claude, ChatGPT e MCP: a camada que muda o jogo**

A **Maia do Make (IA do Make)** já é uma mudança grande por si só. Mas a história fica ainda mais interessante quando entram os MCPs, sigla para Model Context Protocol.

De forma simples, o MCP permite que um agente de IA use ferramentas conectadas de maneira estruturada. Em vez de você configurar vários webhooks e criar caminhos específicos para cada interação, é possível conectar o Make a uma IA como Claude, ChatGPT, Cursor ou outro agente compatível.

Com isso, o chat deixa de ser apenas um lugar para conversar. Ele passa a ser uma interface para executar ações reais.

Você pode, por exemplo, pedir:

**“Execute o cenário de disparo de mensagens no Make e me devolva o link final do Google Docs quando terminar.”**

O agente identifica o cenário, solicita permissões quando necessário, chama a automação pela conexão disponível e acompanha a execução. É uma camada muito forte porque junta raciocínio em linguagem natural com a infraestrutura de automação que você já construiu.

### O Make como central de conexões

Quando você conecta suas ferramentas ao Make, começa a construir uma infraestrutura. Pode ter Gmail, Google Forms, Google Drive, Google Docs, Google Sheets, CRM, Stripe, Supabase, WhatsApp, planilhas, bancos de dados, redes sociais e muito mais.

O Make já possui milhares de integrações nativas. Ao adicionar MCP nessa equação, a plataforma passa a fazer mais do que mover dados entre ferramentas. Ela pode se tornar a camada central que dá acesso operacional às suas conexões.

Em vez de abrir vários sistemas para consultar uma informação, um agente pode ajudar a fazer perguntas sobre dados conectados. Em vez de iniciar manualmente uma tarefa, você pode solicitar a execução por uma conversa.

É por isso que vale conhecer também os [melhores MCPs para ampliar o poder da IA](https://empresa1p.com.br/melhores-mcps-para-deixar-sua-ia-muito-mais-poderosa). A tendência é que agentes ganhem cada vez mais capacidade de usar ferramentas, mas isso precisa ser feito com permissões e processos bem definidos.

![Menu do Make exibindo lista de aplicativos e integrações disponíveis](https://empresa1p.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-12-1024x634.webp)As integrações disponíveis no Make formam a base operacional que agentes de IA podem acionar via MCP.

### Permissões exigem responsabilidade

Conectar um agente de IA ao Make é poderoso, então trate permissões com seriedade. Dar acesso para executar qualquer cenário pode ser conveniente, mas também abre espaço para ações indevidas se sua configuração estiver ampla demais.

Alguns cuidados fundamentais:

- Evite dar acesso irrestrito quando não for necessário.

- Separe cenários de teste e de produção.

- Use nomes claros para os cenários.

- Revise quais conexões cada automação utiliza.

- Teste ações com poucos dados antes de liberar volume.

- Acompanhe o histórico de execuções.

- Controle custos de tokens e chamadas de IA.

Se uma automação usa modelos de IA para escrever vários capítulos, resumir grandes documentos ou processar muitos registros, o consumo pode crescer rápido. Uma boa automação não é apenas aquela que funciona. É aquela que funciona com previsibilidade, segurança e custo controlado.

## **O conhecimento técnico continua sendo o diferencial**

A chegada da **Maia do Make (IA do Make)** não diminui o valor de quem sabe automação. Ela aumenta o valor de quem sabe pedir, revisar, corrigir e melhorar.

Quem entende gatilhos, webhooks, filtros, routers, iterators, agregadores, mapeamento de campos, APIs, autenticação e tratamento de erros consegue tirar muito mais proveito da IA. A ferramenta deixa de ser um atalho frágil e passa a ser um acelerador de capacidade.

É parecido com usar uma calculadora. Ela resolve contas rápido, mas não substitui o entendimento matemático para saber qual conta precisa ser feita. A Maia monta módulos rápido, mas não substitui o raciocínio necessário para desenhar uma operação confiável.

Se você quer fortalecer essa base, vale começar por um [curso gratuito de Make.com para automatizar o trabalho](https://empresa1p.com.br/curso-de-make-com-gratuito-aprenda-a-automatizar-seu-trabalho/) e avançar para cenários práticos. Um bom ponto de partida técnico é entender conexões e arquivos, como no guia para [integrar Google Drive ao Make.com](https://empresa1p.com.br/como-integrar-o-google-drive-no-make-com-um-guia-passo-a-passo/).

Quando você entende a ferramenta de verdade, consegue:

- Escrever pedidos mais precisos para a Maia.

- Identificar módulos desnecessários.

- Otimizar consumo de operações e tokens.

- Descobrir por que um cenário falhou.

- Adaptar fluxos para novas necessidades.

- Transformar automações em serviços profissionais.

## **Um caminho prático para começar com a Maia do Make**

Se você quer usar a **Maia do Make (IA do Make)** com consistência, não tente automatizar a empresa inteira no primeiro dia. Comece por uma tarefa repetitiva, com início e fim claros.

Boas automações iniciais podem ser:

- Salvar respostas de formulários em uma base organizada.

- Enviar um alerta interno quando chegar um novo lead.

- Criar documentos a partir de informações de planilhas.

- Classificar solicitações recebidas por e-mail.

- Gerar um resumo de reunião e salvá-lo no Google Docs.

- Organizar arquivos enviados para uma pasta específica.

Depois de escolher uma tarefa, escreva o fluxo no papel ou em um documento. Defina o gatilho, os dados necessários, as regras, as exceções e o resultado final. Só então envie a solicitação para a Maia.

Essa preparação simples diminui o retrabalho. A **Maia do Make (IA do Make)** é muito mais forte quando recebe clareza do que quando precisa adivinhar um processo.

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## **Perguntas frequentes sobre Maia do Make (IA do Make)**

### O que é a Maia do Make?

A Maia do Make é a inteligência artificial nativa do Make que ajuda a planejar, criar, ajustar e corrigir cenários de automação por linguagem natural.

### A Maia do Make entende português?

Sim. É possível enviar pedidos em português, e a conversa com a Maia pode seguir no mesmo idioma usado na solicitação.

### A Maia substitui o conhecimento de Make.com?

Não. Ela acelera a construção, mas entender módulos, conexões, erros, iterators, custos e regras de negócio continua sendo essencial para criar fluxos confiáveis.

### O que MCP tem a ver com o Make?

O MCP permite conectar agentes de IA ao Make para consultar ferramentas conectadas, chamar cenários e acompanhar execuções por comandos em linguagem natural.

### É uma boa ideia vender e-books criados automaticamente por IA?

Não sem uma revisão profunda e valor autoral real. A automação é ótima para esboços, documentação e estruturação, mas conteúdo genérico automático dificilmente entrega valor suficiente sozinho.